Se ela pudesse ficar com Will, ela não precisaria temer nada no futuro!

Ela nem precisa ter medo de quem manipula as coisas nos bastidores. Afinal, Linda tinha Will ao seu lado.

Ela respirou fundo para se recompor e ouviu.

“Então… Isso significa que você não pode fazer isso agora?” Elisa perguntou casualmente.

“Sim. Estou focado na recuperação agora. Levará algum tempo até que possamos discutir a colaboração. Não tenho energia para trabalhar agora.”

Linda ouviu cada palavra que Will disse. Ela ficou tensa. Como isso pode ser?!

Ela separou os lábios, mas nenhum som saiu.

“Você deveria descansar se for esse o caso. Ligue-me quando estiver livre e poderemos discutir os detalhes.” Elisa disse.

“Hummm.” Will não queria desligar, mas precisava continuar o ato com ela.

“Vou desligar então. Descanse bem.”

“OK.”

Elisa desligou. Ela parecia não perceber a relutância de Will.

Ela se virou para Linda e pediu desculpas: “Sinto muito, Melinda. Ele ainda precisa se recuperar. Você ouviu nossa conversa.

Linda sorriu e balançou a cabeça: “Está tudo bem. A saúde deve ser sua prioridade caso ele não se recupere totalmente. Além disso, acabei de voltar. Ainda há tanta coisa que preciso cuidar para a família. Esperar um pouco mais não deve ser um problema.”

Elis assentiu. “Então… deixe-me mandar você de volta?” Ela suspirou impotente.

Linda não sentiu nada além de raiva de Elisa. O encontro deles não significou nada, e ela não queria mais nada, a não ser que eles seguissem caminhos separados.

Mas a ideia de Elisa se dar ao trabalho de levá-la para casa parecia divertida. Ela deu a Elisa um sorriso estranho: “Eu… não posso incomodá-la mais.”

“Não há problema. Você está preocupado com minhas habilidades de direção?

“Claro que não!” Linda fingiu surpresa. “Bem, então… estou sob seus cuidados, Elisa.”

Elisa sorriu e ligou o carro.

Nenhum deles falou muito durante a viagem. Ambos estavam perdidos em seus pensamentos. Só quando chegaram à casa de Linda é que Elisa falou: “Bem, até a próxima”.

“Obrigado por me mandar para casa, Elisa. É o mais gentil que alguém já foi comigo desde que cheguei em casa. Você é um bom amigo. Elisa sorriu calorosamente para ela.

Lindo sorriu e balançou a cabeça: “Está tudo bem. A saúde deve ser sua prioridade caso ele não se recupere totalmente. Além disso, acabei de voltar. Ainda há muito que preciso resolver para a família. Esperar um pouco mais não deveria estar em questão.”

Eliseu assentiu. “Então… deixe-me mandar um bock para você?” Ela suspirou impotente.

Lindo não sentiu nada além de raiva pelas palavras de Eliso. O encontro deles não valeu nada, e ela não queria mais nada além de que eles seguissem seus caminhos separados.

Mas a ideia de Eliso se dar ao trabalho de levá-la para casa parecia estranha. Ela deu a Eliso um sorriso estranho: “Eu… não vou incomodar mais você.”

“Não há problema. Você está preocupado com minhas habilidades de direção?

“Claro que não!” Lindo fingiu surpresa. “Bem, então… estou no seu âmago, Eliso.”

Eliso sorriu e guardou a cor.

Nenhum deles soou muito durante a viagem. Ambos estavam perdidos em seus pensamentos. Só quando chegaram à casa de Lindo é que Eliso falou: “Bem, até a próxima”.

“Obrigado por me mandar para casa, Eliso. É a coisa mais gentil que alguém já foi comigo desde que cheguei em casa. Você é um bom amigo. Eliso sorriu wormly para ela.

Elisa sorriu de volta. “Eu também gosto de você. Eu vou embora então.”

“OK. Dirija seguramente.”

Elisa sorriu e acenou com a cabeça antes de ir embora.

Pelo retrovisor, Elisa ainda via Linda parada no quintal olhando em sua direção. O desdém finalmente apareceu em seu rosto. Linda era uma excelente atriz.

Ela apenas concordou que Rachel levasse Linda ao hospital para confirmar sua identidade. Ela queria saber se suas suspeitas eram reais. Se Melinda não fosse Linda como ela suspeitava, Elisa ficaria longe dela. Ela não queria machucar os inocentes.

No entanto…

Linda não a decepcionou. Ela correu no momento em que ouviu falar de Norman.

Eles eram de fato pai e filha.

Ela zombou.

Era hora de ela agir.

Ela parou em um cruzamento e esperou o semáforo ficar verde. Emoções conflitantes floresceram em seu peito. Já faz um tempo desde a última vez que ela o viu. Ela deveria fazer uma visita a ele…

Antes que ela pudesse pensar muito, seu telefone tocou.