Ela teve pena de Elisa por tudo o que ela teve que passar.
O pai biológico de Elisa faleceu cedo demais. Depois que ela se casou, o marido não a amou e a sogra a tratou mal. Foi por isso que Julia continuou tentando fazer as pazes com ela.
Elisa sorriu. “Vovó, não se preocupe com isso.”
Júlia suspirou. “OK…”
Depois disso, Elisa e Julia conversaram amigavelmente. Ao conviver com Júlia, Elisa pôde vivenciar o carinho amoroso de um familiar. Foi por isso que ela manteve um bom relacionamento com Julia todos esses anos.
Ao mesmo tempo, Júlia sempre tratou Elisa como se ela fosse sua neta biológica. Elisa também tratava Júlia como sua avó biológica.
Elisa ficou conversando com Júlia a tarde toda. Ninguém veio incomodá-los.
Inicialmente, ela planejava sair antes do jantar, mas Julia a segurou e se recusou a deixá-la sair. Ela insistiu que Elisa ficasse para jantar, então Elisa não teve escolha senão ficar.
Inesperadamente, ouviram um carro entrando no pátio.
Elisa pensou consigo mesma. Será que o vovô voltou?
Elisa e Julia olharam para a porta.
A figura que apareceu era alta e digna, fazendo com que o olhar de Elisa ficasse frio.
Porquê ele está aqui?
Até Julia ficou chocada. “Porquê ele está aqui?”
No passado, Julia anunciava com alegria que seu querido neto havia retornado.
Mas hoje…
Julia não o queria aqui porque sua querida neta provavelmente iria embora.
Gareth entrou devagar e viu Elisa e Julia no sofá. Ele cumprimentou categoricamente: “Vovó”.
Julia olhou para ele com desconfiança e disse em tom hostil: “O que você está fazendo aqui?”
Gareth ficou sem palavras.
Ele não pôde deixar de sentir um pouco de coração partido por essas palavras.
Elisa sorriu levemente, mas não disse nada.
Gareth lançou um olhar frio para Elisa antes de dizer com indiferença: “Estou aqui para trazer seu remédio”.
Ele acenou com um pacote na mão.
Júlia franziu a testa. “Tenho tomado meu remédio nos últimos dias. Estou completamente bem.
Elisa segurou a mão de Julia. “Vovó, você precisa tomar seu remédio regularmente para curar sua doença. Você não consegue dormir há muito tempo. Faz mal à saúde.”
A expressão taciturna de Gareth finalmente suavizou-se ligeiramente.
Júlia suspirou. “Tudo bem, você pode colocar o remédio aqui e sair.”
Júlia suspirou. “Tudo bem, você pode colocar o remédio aqui e sair.”
Elisa ficou atordoada.
Gareth ficou sem palavras.
A vovó tem medo que Elisa fuja?
Elisa levantou-se e foi até Gareth. Gareth olhou para ela com frieza, mas não disse nada. Então, Elisa tirou o remédio da mão dele sem olhar para ele.
A atmosfera na casa ficou tensa.
Elisa abriu a sacola e olhou atentamente o remédio enquanto voltava para Júlia.
Assim que terminou de verificar as poucas caixas de remédios, sentou-se ao lado de Julia e disse com um sorriso: “Vovó, ainda dá tempo antes do jantar. Você deve tomar o remédio primeiro. Provavelmente entrará em vigor à noite.”
“Tudo bem, farei o que você diz e os levarei.” Julia tinha uma expressão desamparada. “Você continua me fazendo tomar remédio. Não suporto o quão amargos eles são.”
Julia odiava tomar remédios. Durante todos esses anos, Elisa frequentemente teve que convencê-la a aceitá-los.
Julia nunca poderia dizer não para Elisa. Assim, ela faria qualquer coisa que Elisa dissesse.
Quando Julia estava prestes a tomar o remédio que Elisa preparou para ela, de repente percebeu alguém parado na porta. “Por que você ainda esta aqui?”