O que Elisa quis dizer é que não poderia garantir o sucesso do projeto e que o assunto não tinha nada a ver com ela.
Afinal, eles elogiaram tanto Marisa, como se ela fosse muitas vezes melhor que Elisa. Assim, se Marisa não conseguisse, seria normal que Elisa também fracassasse.
Suas palavras o irritaram, mas ele não tinha como desabafar. No final, ele engoliu a raiva e assentiu. “Apenas faça seu melhor.”
Elisa sorriu e assentiu. “Bom.”
Assim, a reunião chegou ao fim.
Então, Elisa seguiu uma mulher jovem e bonita, mas de aparência madura, até o Grupo Darcey.
Neste momento, Marisa dirigia enquanto Elisa estava sentada no banco do passageiro da frente.
Marisa olhou para Elisa e deu um sorriso profissional. “EM. Benett, talvez eu precise incomodá-lo para atuar como mediador neste assunto.”
Elis assentiu. “Farei o que estiver sob minha responsabilidade. No entanto, o sucesso deste assunto dependerá de você, Sra. Morgan.”
Marisa não teve escolha senão assentir. “Claro, farei o meu melhor.”
Já que Elisa era muito teimosa e se recusava a dizer qualquer coisa. Marisa desistiu de aconselhá-la.
Enquanto isso, Elisa pegou o telefone e mandou uma mensagem para Will.
—Elisa: Sua assistente está livre? Estou indo para sua empresa agora. Minha empresa designou a Sra. Morgan para falar com você ou seu assistente.
—Will: Você tem que falar comigo quando estiver aqui. Estou no meu escritório agora. Você pode pegar o elevador privado aqui.
O olhar de Elisa congelou brevemente. Ela respondeu afirmativamente antes de desligar o telefone.
Assim que chegaram à empresa, Marisa virou-se para Elisa e perguntou gentilmente: “Sra. Benett, você informou o Sr. Darcey? Podemos nos encontrar com seu assistente?”
Elis assentiu. “Ele disse que podemos encontrá-lo imediatamente.”
Marisa ficou sem palavras.
Como é bom conhecer alguém poderoso. Finalmente consegui conhecer Will pessoalmente depois de tanto tempo. É tudo graças a essa mulher que ele está perseguindo.
Assim, Marisa assentiu e não disse nada.
Os dois falaram com a recepcionista antes de irem para o elevador particular de Will.
Nenhum dos funcionários do Grupo Darcey se atreveu a impedi-los. Mesmo quem não conhecia a situação não se atreveu a expressá-la.
Afinal, estavam olhando para a famosa Elisa Benett.
Todo mundo sabia o quanto o Sr. Darcey era louco por persegui-la.
Assim, todas as mulheres da empresa, fossem elas casadas ou solteiras, quase choraram até ficarem cegas por causa disso.
Eles ficaram tristes porque seu amado Sr. Darcey ficou obcecado por outra mulher.
Nesse momento, Marisa sentiu-se um pouco atordoada e desnorteada.
Ela não iria apenas conhecer o Sr. Darcey. Ela até conseguiu usar o elevador particular dele sem ser parada por nenhum dos funcionários.
Embora soubesse que isso se devia à influência de Elisa, ela não pôde deixar de se sentir incrédula.
Ela continuou sentindo que deveria ser ela quem teria tanta influência e receberia um bom tratamento. Ao mesmo tempo, ela se perguntava se algum dia receberia tanta sorte em vida.
Embora Marisa fosse uma pessoa chave em sua empresa, ela ainda achava inacreditável ter conseguido vivenciar esse momento.
Marisa ainda estava atordoada mesmo quando chegaram ao escritório de Will.
Elisa bateu na porta.
“Entre.” A voz magnética de Will soou.
Marisa imediatamente recobrou o juízo e fez o possível para controlar suas emoções.
Elisa abriu a porta e encontrou Will sentado em um sofá, ligeiramente recostado. Ao ver Elisa, ele sorriu gentilmente e disse em tom gentil: “Você está aqui”.