“Estou bem.”
Will franziu a testa. “Pedi às pessoas que investigassem isso.”
“Você não precisava fazer isso”, ela respondeu calmamente.
Will suspirou exasperado. “Você sempre me faz sentir como se estivesse usando você. Como se eu tivesse um motivo para tudo.”
Elisa franziu os lábios. Ela não queria explicar, mas permanecer em silêncio não seria bom.
“Você pensa demais nas coisas”, ela suspirou.
Will entendeu a intenção dela, então não deu mais detalhes sobre o assunto.
“Gareth está brigando comigo. Caso contrário, irei até você imediatamente”, afirmou.
Elisa ficou surpresa ao ouvir isso, mas não achou que ele fosse mentir.
A julgar pelo quanto ele quer me usar, ele definitivamente teria vindo até mim imediatamente. Algo importante deve ter acontecido hoje. Gareth, catando ossos com ele?
Sem o conhecimento de Elisa, Will não era a única pessoa incomodada por Gareth; Carle também estava ocupado com o trabalho – ele não tinha tempo para ligar para ela.
Elisa repetiu suavemente: “Não se preocupe, estou bem”.
“Tudo bem. Estou mais aliviado agora. Preciso voltar ao trabalho. Falo com você mais tarde.”
“Claro.”
Elisa queria rejeitá-lo, mas não sentiu necessidade de dizer isso em voz alta. Vou deixá-lo fazer o que quiser. É melhor ficar quieto e economizar fôlego.
Depois de desligar, ela ligou o laptop e começou a investigar Linda. Embora suas suspeitas não estivessem em Linda, ela precisava investigar.
Ela descobriu o que estava acontecendo com Linda e sua família num piscar de olhos.
Linda fez duas ligações suspeitas que duraram cerca de um minuto.
Quando Elisa quis investigar a outra parte, não conseguiu encontrar nenhuma informação.
Uma expressão gelada tomou conta de seu rosto.
Inicialmente, ela não achou que fosse relacionado a Linda. No entanto, parecia que Linda estava envolvida.
Elisa ergueu as mãos para esfregar as têmporas.
Como não conseguiu nenhuma informação útil, ela fechou a tampa do laptop.
Linda conheceu alguma pessoa nova ultimamente?
Enquanto pensava nisso, seu telefone tocou novamente – desta vez era Anita.
“Olá, Sra. Golding.”
“Como vai? Sinto muito – acabei de ver a notícia no Twitter. Tenho estado ocupado com meu filho.
Elisa sorriu. “Estou bem. Não se preocupe com isso.
“Eu vi aqueles idiotas entrando mancando no carro da polícia. Você fez isso?”
“Com a polícia por perto, estou seguro.”
“Bom Bom.” Anita deu um suspiro de alívio.
Elisa de repente se lembrou de algo e perguntou hesitante: “Sra. Golding, você tem algum contato confiável no Beacon Psychiatric Hospital?
“Sim. Minha irmã mais nova é vice-diretora de lá.”
O olhar de Elisa cintilou. “Nesse caso, gostaria de pedir um favor.”
“Oh, não há necessidade de ser tão educado sobre isso. Contanto que esteja ao seu alcance, ela ajudará.”
Anita sentiu que devia um favor a Elisa, para começar.
Além disso, ela era próxima da irmã, por isso não lhe foi difícil pedir ajuda, desde que fosse um pedido razoável.
Ela sabia que Elisa não faria um pedido irracional.