Rachel soltou um bufo alto. Ela queria zombar deles de volta, mas pensando bem, ela permaneceu em silêncio.
Por outro lado, Charli ignorou Norman e olhou gentilmente para Elisa. “Deixe os mortos descansarem em paz. Às vezes é ainda mais melancólico se sabemos demais. Por que não damos um descanso ao assunto?
Norman ficou pasmo quando ouviu isso.
O fato de Elisa estar disposta a nos conhecer mostra o quanto ela deseja saber a informação – não estou errado nisso. Mas se eles a convencerem do contrário, as coisas vão ficar ruins para mim!
Com certeza, Elisa assentiu. “Você tem razão. Se eu souber demais, posso ficar mais triste e sentir ainda mais falta dele.”
Houve uma ligeira mudança de expressão em Norman e sua família. Porém, antes que pudessem falar, Charli sorriu. “Isso mesmo. Apenas deixe as coisas seguirem seu curso e pare de viver no passado. Tenho certeza que seu pai ficaria feliz em ver você feliz.”
“Isso mesmo! Seu pai ficaria chateado se você ainda se sentisse infeliz com o passado. Deixa pra lá, Elisa. Além disso, e se o Sr. Benett mentiu para você apenas para atraí-lo aqui? Ela piscou para Elisa para mostrar o quanto não queria que Elisa soubesse a verdade.
Norman quase engasgou de raiva ao ouvir isso.
Eu estava errado – não deveria ter pedido uma refeição com Elisa logo após o término do julgamento. É sempre melhor conversar em particular. Eu deveria tê-la convidado para sair sozinho ou visitá-la. Isso é melhor do que ter essas pessoas por perto para distraí-la.
Ele entrou em pânico ao perguntar: “Elisa, é apenas um mal-entendido. Como poderíamos machucar seu pai? Onde você conseguiu essas gravações? A-E a droga? Você…”
A carranca em seu rosto se aprofundou. Ficou claro que ela estava irritada com Norman neste momento.
“Eu não tenho tempo para ouvir suas besteiras. É melhor você calar a boca”, ela retrucou impacientemente.
Norman congelou momentaneamente. A raiva que ele vinha tentando conter estava à beira da erupção.
Ele respirou fundo e respondeu: “Não temos relação com isso. Você não pode nos acusar injustamente só porque acredita no que outras pessoas lhe dizem. Elisa, afinal somos uma família!”
O rosto de Elisa escureceu enquanto ela olhava diretamente nos olhos dele. “Esta é sua última chance – o que você ia me contar sobre meu pai?”
Tanto Norman quanto Linda foram estimulados por sua atitude.
Que rude da parte dela! Norman pensou.
Essa merda! Eu vou matá-la mais cedo ou mais tarde! Linda amaldiçoou internamente.
Rose rapidamente limpou a garganta para acalmá-los.
Naquele momento alguém bateu na porta – a louça estava pronta para ser servida.
Vários garçons e garçonetes entraram juntos na sala quando a porta se abriu. Depois de colocar os pratos na mesa, um deles perguntou: “Está tudo pronto. Você tem algum outro pedido?
“Foram bons. Você pode sair.” Rose não tinha intenção de verificar com o resto. Afinal, eles não estavam lá pela comida.
“Claro.” Com isso o garçom saiu da sala e fechou a porta.