Capítulo 994 Eu Quero a Verdade
“O que devemos fazer?” Até Rose estava preocupada. Ela nunca teria feito tal
comentário, mas pensou no próximo curso de ação. Mas agora ela não sabia o que
fazer. Este foi o último recurso. Elisa não apenas rejeitou, mas ficou ainda mais irritada
ao ouvir a gravação!
O que fazemos agora?!
“Não deveríamos ter reproduzido a gravação!” Linda disse enquanto mastigava o lábio.
Norman ligou o carro e disse com os dentes cerrados: “Não importa se tocamos
para ela ou não. As coisas chegaram a este ponto!”
“Não! Quero ligar para aquela pessoa reservada! Linda gritou.
Norman franziu as sobrancelhas, mas não disse nada.
Rose não apoiou a ideia de Linda, mas não sabia o que mais poderia fazer. Ela
expirou profundamente. “Tente ligar para ela. Você deve ter um alto valor para ela se ela estiver disposta a
usá-lo. Ela não gostaria de ver sua queda. Pode ser uma perda para ela se nossa
família cair.”
Linda estava em alfinetes e agulhas. Ela pegou o telefone e imediatamente discou um
número.
Como sempre, a pessoa não atendeu a ligação. Um momento depois, seu telefone tocou.
Todos no carro estavam prendendo a respiração. Rose olhou para o telefone com imensa
expectativa. Linda atendeu nervosamente.
“Qual é o problema?” Uma voz irritada disse sem dar a Linda chance de falar.
“Algo grande aconteceu!!” Linda imediatamente deixou escapar.
“O que aconteceu?” A pessoa do outro lado da linha franziu as sobrancelhas. Linda
podia sentir o aborrecimento na voz infantil. Ela não ousou tagarelar e contou à
pessoa os pontos principais.
As sobrancelhas da pessoa se apertaram ainda mais.
“O que… o que devo fazer? Você deve me ajudar! Linda implorou.
“Como posso ajudá-lo quando você está assim?” Os olhos da pessoa escureceram.
“Como…? O que?! Você não pode fazer isso comigo! Linda se preocupou.
“Você realmente matou a pessoa?” A voz perguntou seriamente.
Houve uma ligeira mudança na expressão de Linda. Rose viu e acenou para
ela com um olhar determinado.
Linda sabia o que Rose estava tentando expressar, mesmo sem palavras. Ela
respondeu apressadamente: “Claro que não! Elisa pensou que matamos o pai dela porque ela também acha que eu
quero roubar o marido e a herança dela. Esse não é o caso!”
“Como posso ajudar se você não está dizendo a verdade?” A pessoa do outro lado riu
friamente.
“Eu estou dizendo a verdade.” O rosto de Linda estava pálido.
“Tudo bem. Eles não terão nenhuma evidência, já que você está dizendo a verdade. Não haverá
problema desde que você negue.”
O rosto de Rose escureceu novamente e Linda clamou: “Não, não é isso. Ela tem provas
que podem nos implicar. Ela até o submeteu ao tribunal hoje. Ela não faria isso se
não tivesse certeza.”
A voz riu em um tom agudo. “Eu não posso ajudá-lo se você não falar a verdade. Também
não sei quais são as evidências. Não haverá problema se for falso.”
O orador desligou.