Capítulo 46

Provavelmente estaria morrendo.

Talvez fosse melhor assim…

A existência dela, por si’ed, já não tinha significado.

Se Thales, naquela época, não tivesse a salvado, como fez agom, talvez… ela tiver um pouco de felicidade?

Quando Flavia desistiu de esperança de viver, um feixe de luz penetrou pelas frestas das folhas das árvores e atingiu seus olhos.

Os cilios de Flavia tremeram, e ela levantou a cabeça com dificuldade, enxergando vagamente a silhueta de alguém atravésdasfolhas de uma planta sempre verde.

Ela segurou seu abdomen, usando toda sua força para se arrastar para fora do mato

A pessoa estava muito distante, mais de cem metros.

Flavia não conseguia fazer nenhum som, ela só podia tentar se aproximar com todo o esforço que tinha.

Ela precisava salvar seu bebé.

A luz vinha de uma lanterna, pertencenteaum segurança em ronda, mas infelizmente, ele não podia vê–la no chão.

A lantema varreu o local brevemente antes de se afastar, e o segurança se fol

Flavia assistiu o segurança se afastar seus dedos relaxaram e cairam sem forças

Junto a isso, o último brilho em seus olhos também se apagou

Rosana gritou de

de dor, sentando–se bruscamente no sofá

“Vaicom calma, isso dei demais!”

Opé ferido estava nas mãos de Thales, e a ferida na suacanelaera profunda, ainda não tinha cicatrizado, com o sangue coagulado pegajoso, enquanto a pele ao redor estava roxa e assustadora.

Thales, que estava aplicando medicamento, havia tocado a ferida com um cotonete, fazendo ela quase chorar de dor.

Thales olhou para o cotonete istraidamente e suspirou, “Não se mexa.”

“Eu nem me mexi! Você está distraido enquanto cuida de mim, pensando em qual mulher?” Rosana falou com um tom que misturava reclamação e manha, sem muita força acusatória.

Thales deu–lhe um olhar meio sorridente, ‘Qual mulher?”

“Há tantas querendo pular na sua cama, quem sabequalmulher.” Rosana revirou os olhos e continuou, “Vai com calma, doi muito, tenho muito medo de dor

“E de quem é a culpa?”

“A culpa é minha, claro! É tão difícil quererquevocê me acompanhe para jantar!” Rosana falou,imitada

Thales não disse mais nada, pegou o lodo e continuou a aplicar o medicamento meticulosamente desta vez.

Rosana observou seu semblante sério e um sorriso doce apareceu em seu rosto.

Thales ainda se importava com ela, não é?

Pelo menos, ele se importava mais comelado que com aquela muda.

Quando eleestavaquase terminando de aplicar o medicamento, o celular na mesa tocou, era Lucas ligando.

Mas ele não atendeu

Lucas desligou, sentindo uma dor de cabeça, certo de que Thales não estava dormindo e não atendeu sua ligação porque sabia o que

ele ditia.

Esse Presidente Duarte, entendia de tudo, so era demasiado fro

Vendo que ele permanecia em silêncio, Rosana pegou seu celular para se distraic mas de repente, sentouse novamente.

“Querido, você lembra quando é meu aniversário?”

“Vinte e cinco de novembro.” Thales respondeu sem levantar a cabeça, e embora não demonstrasse emoção, sua resposta deixou Rosana satisfeita

Para um homem como ele, não deveria haver muitas pessoas cujos aniversários ele lembrasse, certo?

Rosano somufelizcom o pensamento, lluminando seurosto: “Bom que você lembrou. Você tem que se preparar bem para o meu Bniversano este ano,”

“O medicamento está aplicado, descanse cedo.” Thales soltou a pé dela e levantou–se, dizendo: “Eu vou indo.”

O sorriso de Rosana desapareceu, substituido por um olhar de pánico enquanto ela o segurava, “Você vai embora de novo?”