Capítulo 24

Gregório riu e disse: “Ferir o inimigo mil vezes e a si mesmo, mil e duzentas. Ele é muito mais resistente que

“Então oque

que voch sugere?” Ophelia respondeu. “Você quer que eu o suspenda como você faz?Eu não tenho força para isso.”“Sevocê não pode sozinha, por que não pede ajuda?” Gregório retrucou. “Se precisar, é só me chamar, Ainda estou por aqui para Impedir que te façam mal, não é?”

Apesar de saber que ele era mestre em persuadir, Ophelia não consequia evitar se sentir tocada por essas palavras.

Depois de um banho quente, Ophelia se sentiu muito melhor. Quando salu, Dona Alessa já tinha preparado canja de galinha.

O cheiro forte da canja fez Ophelia virar o rosto, mas Dona Alessa insistiu: “Toma um pouco, val.

Ophelia não queria “Eujátomei um banho quente, não vou pegar um esfriado.”

Gregório, que acabara de chegar, já sem casaco, gravata e relógio, com os très primeiros botões da camisa abertos, exalava uma despreocupação convidativa.

“Qual é o problema?” Dona Alessa logo se queixou: “Eu fiz acanja, mas ela não quer tomar…”

Gregório lançou um olharparaOphelia,que, em silêncio, pegou a tigela e tomou algumas colheradas, franzindo mais a testa a cada gole, como se estivesse bebendo veneno.

“É tão ruim assim? Gregorio arqueou uma sobrancelha. “Deixa eu provar.”

Dona Alessa rapidamente disse: “Tem mais napanela, vou te servir uma tigela

ão é tão ruim assim.”

“Não precisa.” Gregorio abaixou a cabeça e provou diretamente da colher de Ophelia. “É só canja, não é

Ophelia não conseguia entender comoelepodia falar tão facilmente sobre o sabor, como se a canja fosse um inimigo comum da humanidade

“Então, toma mais um pouco.”

“Foi feita para você, eu tomando o efeitovaipassar para você?”

Após dizer isso, Gregorio beliscou o rosto de Ophelia.

O rosto dela, recém–banhado, exibia um rosa saudável nas bochechas e lábios, a pele clara e lisa ao toque.

Gregório apreciou a textura suave, e após beliscar, Ophelia ficou paralisada por um momento.

Esses pequenos gestos de carinho haviam se tomado raros entre eles.

Ela levantou os olhos, encontrando o olhar de Gregório

Seria uma ilusão?

Ou talvez fosse a luz quente do quarto que a fazia pensarqueo olhar de Gregório sobre ela era tão suave.

“Gregorio… Ophelia começou a falar.

Enquanto isso, a mão de Gregório não se afastou, deslizando do delicado contomo do seu queixo para baixo.

Ela havia trocado para o pijama após o banho, revelando umpescoçoesquio que se ligava a uma clavicula graciosamente curvada e ombros pálidos.

Gregório falou casualmente: “Hmm?”

O olhar e os dedos de Gregório percorriam lentamente a pele suave e delicada de Ophelia, causando–lhe um leve tremor.

Aatmosfera tornou–se carregada de uma tensão ambigua e encantadora,

Ele estava perto, sua fragrância amadeirada enchendo es narinas de Ophelia.

De repente, ela se lembrou daquelas noites quentes e tumultuadas, quando o homem elegante tirava o temo, revelando um corpo masculino agressivo e selvagem.

Gregório, normalmente despreocupado e libertino, na cama era intenso, segurando–a firmemente em seus braços quentes, tão perto que não havia espaço entre eles.

Ele sussurrana ternamente em seu ouvido: “Ophie…”

Mas agora,

olhando p

para o homem diante dela, com feições profundas e belas, Ophelia sentia uma estranheza brotar em seu coração.

Já fann tempo que Gregório não a tocava assim

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Capitulo 24

Ninguém sabia o quanto Ophelia ansiava por

or essa intimidade.

Com os dedos ainda úmidos, Gregório afastou oscabelosdela para trás do pescoço, seus olhos castanhos meio fechados, perguntou: “O que você queria dizer?”